Faça o trabalho que ELE deixou pra trás

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É preciso muitos golpes para partir um coração
É preciso muitos golpes para os olhos enxergarem sem o véu da emoção.
Mas quando o coração finalmente se parte , não pode mais se recompor e a partir de então, só a razão permanece.
A razão que leva a desconfiança, isolamento e prudência.
Quando você consegue esconder o passado antes que ele venha à tona só há uma coisa a fazer
Só há uma saída
Tentar fazê-lo desaparecer como uma nuvem de fumaça à noite
Não é tão simples assim
Ninguém sabe realmente se aquela fumaça é o fim do fogo ou apenas o início…
Porque apesar do que dizem, nem sempre o passado terá sido melhor.
Se você perdoar o mal que te fizeram, o passado se tornará o presente sempre e te aprisionará de novo, impedindo que escape e te levando a ignorar o seu melhor.

 

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Radiohead

Muro do Classic Rock

Radiohead é uma banda inglesa de rock alternativo, formada no ano de 1988 em Oxford por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O’Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão).

Link para download de toda discografia

https://www.4shared.com/zip/1VJEYXs5ei/EPS.html

Pablo Honey – 1993.

01. You
02. Creep
03. How Do You?
04. Stop Whispering
05. Thinking About You
06. Anyone Can Play Guitar
07. No Ripcord
08. Vegetable
09. Prove Yourself
10. I Can’t
11. Lurgee
12. Blow Out

The Bends – 1995.

01. Planet Telex
02. The Bends
03. High And Dry
04. Fake Plastic Trees
05. Bones
06. Nice Dream
07. Just
08. My Iron Lung
09. Bullet Proof… I Wish I Was
10. Black Star
11. Sulk
12. Street Spirit (Fade Out)

The Golden Unplugged Album – 1996.

01. Lozenge Of Love
02. Subterranean Homesick Alien
03. Killer Cars
04. Wish You Where Here
05. Creep
06. Black Star
07. Street Spirit
08. Wonderwall
09. Blow Out
10. Lucky
11. High & Dry
12. Fake Plastic Trees
13. How I Made My Millions
14. Bulletproof
15. Banana Co.
16. Yes I Am
17. Life In A Glasshouse

OK Computer – 1997.

01. Airbag
02. Paranoid Android
03. Subterranean Homesick Alien
04. Exit Music (For A Film)
05. Let Down
06. Karma Police
07. Fitter Happier
08. Electioneering
09. Climbing Up The Walls
10. No Surprises
11. Lucky
12. The Tourist

Kid A – 2000.

01. Everything In Its Right Place
02. Kid A
03. The National Anthem
04. How To Disappear Completely
05. Treefingers
06. Optimistic
07. In Limbo
08. Idioteque
09. Morning Bell
10. Motion Picture Soundtrack

Amnesiac – 2001.

01. Packt Like Sardines In A Crushd Tin Box
02. Pyramid Song
03. Pulk/Pull Revolving Doors
04. You And Whose Army?
05. I Might Be Wrong
06. Knives Out07. Morning Bell/Amnesiac
08. Dollars And Cents
09. Hunting Bears
10. Like Spinning Plates
11. Life In A Glasshouse

I Might Be Wrong Live Recordings – 2001.

01. The National Anthem
02. I Might Be Wrong
03. Morning Bell
04. Like Spinning Plates
05. Idiotheque
06. Everything In Its Right Place
07. Dollars And Cents
08. True Love Waits

Hail to the thief – 2003.

01. 2 + 2 = 5
02. Sit Down. Stand Up
03. Sail To The Moon
04. Backdrifts
05. Go To Sleep
06. Where I End And You Begin
07. We Suck Young Blood
08. The Gloaming
09. There There
10. I Will
11. A Punchup At A Wedding
12. Myxomatosis
13. Scatterbrain
14. A Wolf At The Door

COM LAG (2plus2isfive) - 2004.

01. 2+2 = 5 (Live)
02. Remyxomatosis (Cristian Vogel)
03. I Will (Los Angeles Version)
04. Paperbag Writer
05. I Am A Wicked Child
06. I Am Citizen Insane
07. Skttrbrain (Four Tet Remix)
08. Gagging Order
09. Fog (Again)
10. Where Bluebirds Fly

 

In Rainbows – 2007.

CD 1.

01. 15 Step
02. Bodysnatchers
03. Nude
04. Weird Fishes/Arpeggi
05. All I Need
06. Faust Arp
07. Reckoner
08. House Of Cards
09. Jigsaw Falling Into Place
10. Videotape

CD 2 – Bonus Disc.

01. Mk 1
02. Down Is The New Up
03. Go Slowly
04. Mk 2
05. Last Flowers
06. Up On The Ladder
07. Bangers And Mash
08. 4 Minute Warning

The King Of Limbs - 2011

01. Bloom
02. Morning Mr Magpie
03. Little By Little
04. Feral
05. Lotus Flower
06. Codex
07. Give Up The Ghost
08. Separator

Muro do Classic Rock

01. Burn The Witch
02. Daydreaming
03. Decks Dark
04. Desert Island Disk
05. Ful Stop
06. Glass Eyes
07. Identikit
08. The Numbers
09. Present Tense
10. Tinker Tailor Soldier Rich Man Poor Man Beggar Man Thief
11. True Love Waits

Muro do Classic Rock

01. I Can’t
02. Nothing Touches Me
03. Thinking About You
04. Phillipa Chicken
05. You

Muro do Classic Rock

01. Prove Yourself
02. Stupid Car
03. You
04. Thinking About You

Muro do Classic Rock

01. Stop Whispering (Us Version)
02. Tthinking About You
03. Faithless, The Wonder Boy
04. Banana Co (Acustic)
05. Killer Cars (Live At The Metro)
06. Vegetable (Live At The Metro)
07. You (Live At The Metro)
08. Creep (Live At Kroq -Acustic)

Muro do Classic Rock

01. My Iron Lung
02. The Trickster
03. Lewis (Mistreated)
04. Punchdrunk Lovesick Singalong
05. Permanent Daylight
06. Lozenge Of Love
07. You Never Wash Up After Yours
08. Creep (Acoustic)

Muro do Classic Rock

01. No Surprises
02. Pearly (Remix)
03. Melatonin
04. Meeting In The Aisle
05. Bishop’s Robes
06. A Reminder

 

 

Muro do Classic Rock

01. Airbag
02. Pearly
03. Meeting In The Aisle
04. A Reminder
05. Polyethylene (Parts 1 & 2)
06. Melatonin
07. Palo Alto

Influências Musicais.

A maioria das influências dos membros do Radiohead foram Queen e Elvis Costello, bandas de post-punk como Joy Division e Magazine e bandas alternativas dos anos 80, como R.E.M., Pixies, The Smiths e Sonic Youth. Em meados dos anos 90, a banda começou a demonstrar interesse em música eletrônica, especialmente no grupo de trip-hop Massive Attack, no rock experimentalista do Nine Inch Nails e no ato de hip-hop instrumental do DJ Shadow, citado como a principal influência para o álbum OK Computer. Outras influências deste álbum incluem Miles Davis e Ennio Morricone, junto com outros grupos de música pop dos anos 60, como The Beatles e The Beach Boys. Jonny Greenwood também citou o compositor Krzysztof Penderecki como inspiração para OK Computer. Durante essa época, muitos críticos notaram a semelhança musical entre OK Computer e álbuns de bandas de rock progressivo, como Pink Floyd, sendo que Greenwood realmente é entusiasta da banda, ao contrário de Yorke. O estilo eletrônico de Kid A e Amnesiac foi o resultado da admiração de Thom Yorke por música ambiente, techno e outras vertentes da música eletrônica. O jazz de Charles Mingus e Alice Coltrane e bandas Krautrock dos anos 70 foram outras importantes influências durante esse período. O interesse de Jonny Greenwood em música clássica do século XX tornou-se aparente em algumas faixas de Kid A, onde ele tocava um ondas Martenot, um instrumento eletrônico popularizado por Penderecki e Olivier Messiaen. Em Hail to the Thief, a banda não abandonou as influências eletrônicas dos dois álbuns anteriores, mas retornou à antiga ênfase nas guitarras. The Beatles e Neil Young foram a fonte de inspirações musicais durante esse período, mas os membros do Radiohead não negaram a influência da música clássica e do Krautrock nesse álbum. Desde 2005, enquanto trabalhavam no álbum In Rainbows, a banda continuou a mencionar rock experimental e música eletrônica, dentre outros gêneros musicais.

Nostalgia

Várias partes de mim é uma junção das coisas da vida que me emocionam e me fazem refletir.mulher-escrevendo-no-jardim-pintura-sem-nome-de-autor

 

 

Uma amante da literatura que se interessa profundamente por filosofia, psicanálise, música, assuntos místicos e em observar a vida.

Estudante de Letras e apaixonada pelo universo dos questionamentos e não muito preocupada com respostas assertivas sobre a vida. Alguém que viveu na alma a depressão, o pânico e sente na pele a sociedade e a sua incessibilidade.

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‘Mulher Escrevendo uma Carta’, óleo por Gerard Ter Borch (1617-1681)

Depeche Mode Violator

Selo: Mute
Produção: Flood
Projeto Gráfico: Anton Corbijn
Duração: 46:59 min
Link para baixar

download

Em março 19 de 1990, o Depeche Mode lançou um novo álbum no que eles presumiram que seria um evento discreto na Warehouse Records, em Los Angeles. Em vez disso cinco fãs foram hospitalizados, quando segundo dados da policia trinta mil fãs apareceram. Não é de se espantar que a turnê seguinte da banda tenha sido chamada de World Violation.
Estranhamente o álbum que lhes garantiu o super estrelato era muito mais introspectivo que seu predecessor explosivo, Music for the Masses. Apenas Personal Jesus baseado em um groove do musico Gary Gliter parecia adequada para tocar em estádios. As outras faixas são as mais atraentes que Martin Gore ja compôs, desde a tonalidade tecno de World in my Eyes, passando pela delicada Waiting for the Night até a sombria Clean (uma descendente afastada de One of These Days, do Pink Floyd). O tempo para trabalhar que Gore tinha conseguido ao lançar, em 1989 um EP de covers chamado Counterfield tinha trazido recompensas. O resultado foram quatro enormes sucessos dos quais Enjoy the Silence teve a maior repercussão internacional.
Sofisticado mas sentimental, Violator eliminou a auto-indulgência das estranhezas de Black Celebration e Music for the Masses. Os temas instrumentais não citados na lista de musicas, Crucified logo após Enjoy the Silence e Interlude N°3, logo após Blue Dress são instigantes e encantadores.

Superação

 

Qual o limite de alguém? Há fronteira física e demarcação subjetivista?

Existe algo que não podemos sentir nesta vida? Podemos ser mais do que fizeram de nós?

A mente e a força interna que impera sobre o ser são mistérios tão profundos e impenetráveis que são difíceis de desvendar, prever e conhecer.

A capacidade de alguém de se reinventar ao longo do tempo não pode ser avaliada no presente, dado que, pessoas são surpreendentes.

As pessoas que conseguem alcançar a suplantação do mal que viveram, relativamente conseguem transcender-se e encontrar um ‘Eu’ superior, uma sabedoria espiritual, um amadurecimento que as leva a formas inimagináveis de autodescoberta e paz interior.

Alguns se perdem no meio do caminho. Olham demais para trás. Sofrem pelas experiências vividas e marcantes. À vista disso, perdem a existência, tornam-se pessoas rancorosas e amargas.

Friedrich Nietzsche no livro ‘Para Além do Bem e do Mal’ elucida bem com um pensamento único: “Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti”.

Logo, olhar o mal por muito tempo, pode fazer com que ele te atinja de uma maneira inesperada e você se tornará o próprio abismo, despertando dentro de si algo que você condenou em outros.

Saber compreender o mal existente daqueles que cruzaram o nosso caminho para nos trazer má sorte, mentiras e contratempos é fundamental para o processo de nossa cura. Portanto, superar e ser melhor do que esse “outro”, não acreditando nos rótulos impostos pelo desafeto que tanto nos fez mal é substancial para o amadurecimento e crescimento pessoal.

Não cavar o desmedido desiquilíbrio da competição para enaltecer o orgulho é vital para não morrer dentro dos nossos próprios sonhos.

Não devemos corromper a alma na passagem pelo mundo.

Ser fiel aos valores da alma, dar atenção ao nosso coração, não confundir valor e preço, ao ser e ao ter, constituem características sublimes e eméritas ao ser que se supera e não se permite corromper pelas futilidades e banalidades da vida e de pessoas superficiais.

Passamos pela vida para transcender as nossas próprias forças.

Habitamos em nós mesmos e isso será pela eternidade. Interessante será a jornada se for proveitosa e de autoconhecimento.

Todos temos um papel no destino do mundo.

Inconfidência Mineira teve história de amor real?

Vamos aos fatos

“Marília de Dirceu” (Maria Dorothea Joaquina de Seixas) musa de Tomás Antonio Gonzaga

Tomás Antonio Gonzaga é patrono da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras

Tomás Antonio Gonzaga, chega em Vila Rica (Ouro Preto) como desembargador em 1782 e conhece sua musa, Maria Dorothea Joaquina de Seixas

1789 noivado

1789 até 1792 ele é preso na Ilha das cobras no Rio de Janeiro.

Quando é comutada a pena para os Inconfidentes (Tiradentes é o único condenado a morte) Gonzaga tem sua pena é comutada em degredo (banimento de um contexto social) e vai para Moçambique na África. A primeira edição do livro é realizada em Lisboa.

Casou-se com a filha de um comerciante de escravos que o hospedou em Moçambique. Tomás referiu-se a Juliana de Sousa Mascarenhas como “pessoa de muitos dotes e poucas letras”. Tem dois filhos com ela e morre em 1810 ocupando o cargo de juiz de Alfândega de Moçambique.

Marília passa 25 anos reclusa em uma fazenda em Itaverava, que pertencia ao seu pai, para fugir da perseguição, pois tinha ligação com um inconfidente.

Morre aos 85 anos em 1853

Aula boa sobre os estilos literários 

Lira: poemas clássicos comuns. Liras porque relatam o idílio. Idílio: cânticos bucólicos que existiam em Roma, cantos agrícolas.

 O poeta árcade baseia-se nos preceitos do Iluminismo.

Fundação da Arcádia Lusitana (1756 – Academia Literária de Portugal)

A poesia árcade repudiava as coisas inúteis e valorizava o contato com a natureza, símbolo de felicidade e harmonia. Seus cenários são as paisagens campestres e bucólicas, em contraste com o avanço industrial e a realidade social estabelecida na época. Destaca-se o uso de frases latinas, como Carpe diem e Aurea Mediocrita, além de pseudônimos gregos e latinos adotados pelos poetas árcades.

PARTE I

Lira I

Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,

Que viva de guardar alheio gado;

De tosco trato, d’ expressões grosseiro,

Dos frios gelos, e dos sóis queimado.

Tenho próprio casal, e nele assisto;

Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;

Das brancas ovelhinhas tiro o leite,

E mais as finas lãs, de que me visto.

Graças, Marília bela,

Graças à minha Estrela!

Eu vi o meu semblante numa fonte,

Dos anos inda não está cortado:

Os pastores, que habitam este monte,

Com tal destreza toco a sanfoninha,

Que inveja até me tem o próprio Alceste:

Ao som dela concerto a voz celeste;

Nem canto letra, que não seja minha,

Graças, Marília bela,

Graças à minha Estrela!

Mas tendo tantos dotes da ventura,

Só apreço lhes dou, gentil Pastora,

Depois que teu afeto me segura,

Que queres do que tenho ser senhora.

É bom, minha Marília, é bom ser dono

De um rebanho, que cubra monte, e prado;

Porém, gentil Pastora, o teu agrado

Vale mais q’um rebanho, e mais q’um trono.

Graças, Marília bela,

Graças à minha Estrela!

Os teus olhos espalham luz divina,

A quem a luz do Sol em vão se atreve:

Papoula, ou rosa delicada, e fina,

Te cobre as faces, que são cor de neve.

Os teus cabelos são uns fios d’ouro;

Teu lindo corpo bálsamos vapora.

Ah! Não, não fez o Céu, gentil Pastora,

Para glória de Amor igual tesouro.

Graças, Marília bela,

Graças à minha Estrela!

Leve-me a sementeira muito embora

O rio sobre os campos levantado:

Acabe, acabe a peste matadora,

Sem deixar uma rês, o nédio gado.

Já destes bens, Marília, não preciso:

Nem me cega a paixão, que o mundo arrasta;

Para viver feliz, Marília, basta

Que os olhos movas, e me dês um riso.

Graças, Marília bela,

Graças à minha Estrela!

Link para o livro 

http://stat.correioweb.com.br/arquivos/educacao/arquivos/TomsAntnioGonzaga-MarliadeDirceu0.pdf